Pitadas de histórias que não são de pescador...

Parece ficção, mas aconteceu pelas bandas de cá...


Certa manhã, dona Lucinha (nome fictício que eu não sou maluca de entregar a identidade da personagem) com seus setenta e poucos anos, entra em um supermercado próximo de sua residência, onde regularmente realiza suas compras.
Faz a opção de pegar uma cestinha no lugar do carrinho de compras, pois segundo ela, ficaria mais fácil calcular o peso que teria condições de transportar até sua casa.
Conclui a escolha das mercadorias e vai embora. Ao chegar ao lar doce lar, coloca tudo sobre a mesa e se assusta com o que tinha conseguido fazer: Saiu do supermercado com as mercadorias na cestinha (aquela do supermercado mesmo)  e sem pagar por nada.
Furiosa volta ao supermercado e briga com o segurança por tê-la deixado sair com tudo aquilo sem ter feito o pagamento.
O coitado do segurança todo atordoado explica que viu, mas pensou que ela poderia arrumar muita confusão e ainda se valer de algum artigo do estatuto do idoso que ele pudesse desconhecer... Achou melhor deixá-la seguir o caminho dela...


Dias depois, outra senhora (amiga dessa aí de cima) que tinha o costume de tirar os sapatos para entrar em casa, vai e este mesmo supermercado, tira o calçado na porta e entra para fazer suas compras. Ao sair é claro que o "pisante" já tinha encontrado outro dono...


Chego para trabalhar e vejo uma colega que sempre andou arrumadíssima, sentada atrás de sua mesa, recusando-se a sair de lá para ir a qualquer lugar, nem mesmo ao banheiro dizia haver a possibilidade. Depois de muito tempo descobri o motivo: Saiu de casa toda produzida, mas não se lembrou de trocar as pantufas vermelhas peludinhas, por um calçado mais condizente com o ambiente de trabalho. Conseguiu atravessar a cidade e só perceber as pantufas quando se sentou para o começo da jornada...


Essa já faz algum tempo...
O homem chega à casa de sua pretendente todo arrumado. O ex-futuro sogro convida-o a sentar-se. Todos que estavam no ambiente se espantam. A figura apresentava-se sobriamente vestida, apenas com um pequeno detalhe destoante: as meias  eram vermelhas. Em uma época que os homens não ousavam fugir aos tons neutros na escolha da vestimenta.
Essa foi a primeira e última visita. Pelo sim, pelo não, a namorada preferiu não arriscar...


P.S. Também não é história de pescador o fato de que não tenho visitado meus amigos blogueiros por falta absoluta de tempo. As coisas ficaram um tanto de cabeça para baixo por aqui, mas já começam a entrar nos eixos e logo retomo os passeios pelos "cantinhos" que tanto gosto. Me aguardem que já estou voltando...

13 comentários:

✿ chica postou o comentário número:

rssss...Adorei as histórias.Parecem de pescador, mas são de Guidinha,rsrs beijos,lindo fds,chica

Turquezza postou o comentário número:

Não são de pescador, mas são melhores, tudo da Guidinha!
Menina, vai lá no blog da Elaine Gaspareto e participe do Concurso Literário ...... não sei se já comentei com você .... mas se já, é caduquice mesmo hahahaha.
Bom finde.
Beijos.

Adriana postou o comentário número:

KKK, O QUE FAZ A PRESSA, A FALTA DE FOCO, A CORRERIA DO DIA A DIA... UMA VEZ EU SÓ TINHA UM "PASSE" DE ÔNIBUS, E ESTAVA TOMANDO UM SORVETE... JOGUEI O PASSE NO LIXO, ACHANDO QUE ERA O GUARDANAPO... QDO FUI PASSAR NA ROLETA... ENTREGUEI O GUARDANAPO!!!!!!! AINDA BEM QUE MINHA IRMÃ ESTAVA JUNTO E PAGOU A PASSAGEM...
BEIJOS, AMIGA!!!!!!!!

Ana de Geo postou o comentário número:

Guidinha, como estás? Que saudade que eu estava de vc e de suas histórias! Também ando sem tempo, mas não podia deixar de vir aqui para agradecer suas tão lindas palavras lá no cantinho! Muito obrigada, amiga!
Essas histórias, estou rindo até agora! Acho que sua amiga das pantufas é parenta da comadre de mainha. Ela era chef em um restaurante badalado de Recife, quando eu era criança. Evangélica das mais tradicionais na época, só saía de casa usando saias longas, de tecido grosso, e ainda com anáguas por baixo (vc lembra o que são anáguas, sim? Quase não se vê hoje em dia)... Mas então... um belo dia, no final do expediente, ela foi se despedir do seu pessoal, e todo mundo estava cochichando, ela nem ia falar nada, mas daí o seu auxiliar mais antigo lhe chamou a atenção: "Dona Nevinha, a senhora não vestiu a sua saia ou sua saia é assim transparente mesmo?" kkkkkkk Ela ia saindo do restaurante toda encasacada e só de anáguas! Tadinha, pense numa vergonha!
Essa história bem que pode ir pra sua coleção, né?
Beijos!

maristela postou o comentário número:

Nem pescqador teria tanta imaginação para tanta doideira...rs...rs..
Bjs

Crisbella Artes postou o comentário número:

Olá Renata,
saudades de você!
Como sempre adorei o texto, é claro morri de rir, (quer dizer vivi de rir)kkkk,até compartilhei do texto com minha filha a Isabella de 14 anos que também adorou,e ainda falou:
"Cuidado heim mãe, antes de sair é melhor dar uma conferida no visual!" Não entendi o que ela quiz dizer com isso, kkkk até parece..kkk mas pelo sim , pelo não , melhor é conferir.
Um grande beijo minha querida e um ótimo e abençoado final de semana.

casa de professora postou o comentário número:

AMEI AS HISTÓRIAS, SEUS POSTS ME LEMBRAM MUITO A MINHA PRÓPRIA VIDA RS...SABE QUE OUTRO DIA, QUANDO MORAVA EM PIRAJU, EU VOLTEI PRA CASA DE MOTO TAXI, DESCI DA MOTO COM ARES DE DONA DO PEDAÇO, PAGUEI E NOTEI QUE O CARA FICOU PARADO ME OLHANDO, EU SORRI, ELE SORRIU...E COMO JÁ ERAM ALTAS HORAS, COMECEI A FICAR COM MEDO, FOI QUANDO ELE ME DISSE "CHEIO DE DEDOS" A SENHORA PODERIA ME DEVOLVER O CAPACETE POR FAVOR? QUASE MORRI DE VERGONHA...FORA A OUTRA VEZ QUE CORRI ATRÁS DA MOTO GRITANDO PARA ELE DEVOLVER MEU GORRO DE LÃ QUE FICARA PRESO AO CAPACETE...AH! AINDA TEVE A VEZ QUE EU FUI A UMA LOJA, COMPREI TODA FACEIRA E NA HORA DE DIGITAR A SENHA DO CARTÃO, DIGITEI NA CALCULADORA DA LOJA...KKKKKKKKKKK BJS LINDA!

Anabela Jardim postou o comentário número:

Que azar! Se ainda fossem cor de rosa... Coitado.

monica ventura postou o comentário número:

Olá Renata
saudades de você,adorei as suas histórias.
Beijos e um bom Domingo

Antonio Rubilar B. Valente postou o comentário número:

Oi amiga Renata!!!Que estorinhas hein???Legal,achei a do supermercado hilário...
Aproveito para lhe fazer um convite...
Acabo de postar em meu blog um pedido singelo aos amigos.Me perdoe se este comentário é "colado", mas tenho certeza que você saberá entender que agora "corro contra o tempo" para saber o TEMPO de cada um de vocês.Aproveito para desejar-lhe um ótimo domingo e um começo de semana abençoado e de muita paz.Estou lhe aguardando em meu blog!
Fique com Deus!Abraço amigo, "Rubi".

Nívia F. postou o comentário número:

Cada história, né, Guidinha? Adorei... Queria poder ler todos os seus posts... Levei seu banner pro meu blog... Bjsss

Elaine Canha postou o comentário número:

KKKKKKa da cesta de supermecado foi a melhor! Ainda não esqueci nada desse tipo, mas ando com a memória bastante fraca.

Beijos e bom domingo

Leninha postou o comentário número:

Cada um tem a sua história,né Renata?
Esta aconteceu comigo e se me contassem eu duvidaria;perdi uma pulseira linda de prata,que havia sido presente de uma amiga muito amada.Procurei em todos os lugares onde havia ido ou pelos quais havia passado...nada.Desisti da busca,o tempo passou e um belo dia,sentada no banco de minha varanda,olho para trás onde ficava uma bela roseira e o que vejo?Pendurada na roseira a minha pulseira,que ,com o crescimento da mesma,ficou na altura do banco.
Parece,mas não é mentira...aconteceu mesmo.
Bjsssssss,
Leninha

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